
Há pouco tempo a mídia noticiou mais um desastre natural com centenas de mortos, feridos e milhares de casas destruídas. Temos como exemplo o alagamento que aconteceu no Rio de Janeiro, o terremoto que atingiu a Índia, entre tantos outros. Perante várias catástrofes fica a pergunta: será que a natureza está mostrando a sua fúria diante de tamanha intervenção humana?
O meio ambiente foi confiado aos homens, que, com sua inteligência, têm a responsabilidade de conservá-lo, torná-lo sempre mais produtivo e sustentável, para melhor acolher seus habitantes. Entretanto, temos visto que não estamos fazendo este papel. Pelo contrário, construímos em locais inadequados, jogamos lixo nas ruas e nos rios, poluímos o solo, não reciclamos nosso lixo, fazemos vários desmatamentos, queimadas, etc.
Estamos inseridos numa sociedade capitalista, que sacrifica a natureza para a geração de riqueza; criando carros com um consumo altíssimo de gasolina ou gás, emitindo mais gases para a atmosfera, extinguindo, selecionando, adaptando, criando e reproduzindo espécies animais e vegetais, eliminando animais por causa da carne, da pele e/ou do marfim, construindo represas, estradas e lagos, enfim, atuando efetivamente no meio ambiente.
Todos esses riscos podem ameaçar as pessoas, os ecossistemas, a flora e a fauna. Afinal, a humanidade e a Terra estão sofrendo, cada vez mais, os efeitos dos desastres naturais devido a múltiplas razões, como as altas taxas de crescimento populacional e elevada densidade demográfica, migração e urbanização não planejada, degradação ambiental e, possivelmente, as mudanças climáticas. Diante dessas calamidades ocorre-nos outra questão: como as nações enfrentam, ou deveriam enfrentar a defesa da suas populações, do seu território, dos seus bens?
As autoridades têm que trabalhar em conjunto para a segurança e a defesa da população, proibindo a construção em lugares inadequados, fiscalizando os desmatamentos e queimadas, criando mais oportunidade de moradia para que os indivíduos menos favorecidos tenham chance de viver em um ambiente adequado e com infra-estrutura.
A população, por sua vez, tem o dever de preservar os recursos naturais que foram criados para o bem coletivo. Temos que denunciar o corte de árvores ilegais, comprar madeira legalizada, parar com as queimadas, separar o lixo adequadamente, enfim, necessitamos nos conscientizar para eliminarmos futuros desastres.
Catástrofes naturais não podem ser evitadas, mas seus danos poderiam ser limitados se o atual progresso científico e tecnológico fosse colocado a serviço do bem-estar e da melhor sobrevivência da humanidade. Muitos interesses políticos, econômicos e militares destinam apreciáveis somas de recursos financeiros para o desenvolvimento de armas. Pesquisas altamente sofisticadas, são direcionadas para projetos de biogenética de resultados ainda questionáveis. Enquanto isso, sistemas elaborados de prevenção de fenômenos naturais e de alerta e orientação às populações sujeitas aos seus prejuízos são privilégio de poucas nações desenvolvidas.
O papel do educador, frente aos temas atuais de nossa sociedade, também é fundamental para a formação de opinião crítica de nossos alunos, que são o futuro da nação. A temática ambiental vem se constituindo uma das mais importantes para a melhoria de nossa qualidade de vida, interferindo assim em todas as camadas da comunidade.
Os seres humanos, ao invés de cuidar amorosamente do meio ambiente, o saquearam, sem qualquer consideração, pensando pouco nos próprios filhos, que herdarão um mundo acabado pela falta de cuidado e respeito. A população de todo o mundo procurou apenas usar e abusar da Terra e, quando ela estremece ou reage, se ofendem ou levantam os punhos contra Deus.
Sinceramente, espero que ainda haja tempo de salvarmos nosso planeta. A tarefa não é fácil, mas se todos os habitantes do planeta puderem fazer um pouquinho que seja, o mundo terá uma chance maior de se tornar mais benéfico.
O meio ambiente foi confiado aos homens, que, com sua inteligência, têm a responsabilidade de conservá-lo, torná-lo sempre mais produtivo e sustentável, para melhor acolher seus habitantes. Entretanto, temos visto que não estamos fazendo este papel. Pelo contrário, construímos em locais inadequados, jogamos lixo nas ruas e nos rios, poluímos o solo, não reciclamos nosso lixo, fazemos vários desmatamentos, queimadas, etc.
Estamos inseridos numa sociedade capitalista, que sacrifica a natureza para a geração de riqueza; criando carros com um consumo altíssimo de gasolina ou gás, emitindo mais gases para a atmosfera, extinguindo, selecionando, adaptando, criando e reproduzindo espécies animais e vegetais, eliminando animais por causa da carne, da pele e/ou do marfim, construindo represas, estradas e lagos, enfim, atuando efetivamente no meio ambiente.
Todos esses riscos podem ameaçar as pessoas, os ecossistemas, a flora e a fauna. Afinal, a humanidade e a Terra estão sofrendo, cada vez mais, os efeitos dos desastres naturais devido a múltiplas razões, como as altas taxas de crescimento populacional e elevada densidade demográfica, migração e urbanização não planejada, degradação ambiental e, possivelmente, as mudanças climáticas. Diante dessas calamidades ocorre-nos outra questão: como as nações enfrentam, ou deveriam enfrentar a defesa da suas populações, do seu território, dos seus bens?
As autoridades têm que trabalhar em conjunto para a segurança e a defesa da população, proibindo a construção em lugares inadequados, fiscalizando os desmatamentos e queimadas, criando mais oportunidade de moradia para que os indivíduos menos favorecidos tenham chance de viver em um ambiente adequado e com infra-estrutura.
A população, por sua vez, tem o dever de preservar os recursos naturais que foram criados para o bem coletivo. Temos que denunciar o corte de árvores ilegais, comprar madeira legalizada, parar com as queimadas, separar o lixo adequadamente, enfim, necessitamos nos conscientizar para eliminarmos futuros desastres.
Catástrofes naturais não podem ser evitadas, mas seus danos poderiam ser limitados se o atual progresso científico e tecnológico fosse colocado a serviço do bem-estar e da melhor sobrevivência da humanidade. Muitos interesses políticos, econômicos e militares destinam apreciáveis somas de recursos financeiros para o desenvolvimento de armas. Pesquisas altamente sofisticadas, são direcionadas para projetos de biogenética de resultados ainda questionáveis. Enquanto isso, sistemas elaborados de prevenção de fenômenos naturais e de alerta e orientação às populações sujeitas aos seus prejuízos são privilégio de poucas nações desenvolvidas.
O papel do educador, frente aos temas atuais de nossa sociedade, também é fundamental para a formação de opinião crítica de nossos alunos, que são o futuro da nação. A temática ambiental vem se constituindo uma das mais importantes para a melhoria de nossa qualidade de vida, interferindo assim em todas as camadas da comunidade.
Os seres humanos, ao invés de cuidar amorosamente do meio ambiente, o saquearam, sem qualquer consideração, pensando pouco nos próprios filhos, que herdarão um mundo acabado pela falta de cuidado e respeito. A população de todo o mundo procurou apenas usar e abusar da Terra e, quando ela estremece ou reage, se ofendem ou levantam os punhos contra Deus.
Sinceramente, espero que ainda haja tempo de salvarmos nosso planeta. A tarefa não é fácil, mas se todos os habitantes do planeta puderem fazer um pouquinho que seja, o mundo terá uma chance maior de se tornar mais benéfico.
Nenhum comentário:
Postar um comentário